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PLATÃO
Nasceu na primavera do ano 427 AC, na ilha de Agina, perto de Atenas e morreu aos 80 anos. Filosoficamente falando, podemos dizer que, tanto ele, como Sócrates (de quem foi discípulo), são nossos contemporâneos, pois, da mesma maneira como nós assistimos o fim da chamada “civilização cristã” (que nada mais tem de cristianismo), eles presenciaram o fim da civilização grega.
Mais do que um filósofo, Platão era um grande iniciado nas ciências ocultas, que na antiguidade era praticada pelos Essênios e outros grupos, hoje conhecidos como Maçonaria. Isto ficou demonstrado em todos os seus escritos.
A existência da Atlântida, o conhecimento alquímico, a influência do culto solar, noções de cabala, analogias com a ioga em muitos ensinamentos, os problemas do outro mundo, a vida depois da morte, são alguns estudos das Ciências ocultas, feitos na Maçonaria.
Platão viajou pelo Egito, e isto é atestado pelo testemunho de Diógenes Laércio e pelas idéias que professa no Timeu, pois a matemática que nele apresenta, apesar do delineamento pitagórico, é nitidamente egípcia, como se pode constatar pela sua comparação com a estereometria do papiro de Rind (1100 a.C.).
A influência do culto solar de Heliópolis (cidade do Baixo Egito, hoje com ruínas, perto do Cairo. Célebre pela mais antiga compilação do Livro dos Mortos: a recensão heliopolitana, pois foi composta pelos sacerdotes de On (Heliópolis), é bastante marcada através da forma com que o sábio constrói a sua cosmologia.
A sua teoria das idéias parece fazer parte da iniciação cabalística que se prende ao culto de Isis em Heliópolis, e ao de Ra em Rere (centro religioso do antigo Egito.
©1998.
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